domingo, novembro 05, 2017

brilhe!

domingo, junho 18, 2017

Not yet.

Fragmentos de pensamentos desconexos

quarta-feira, abril 26, 2017

Viagens, viagens, viagens... ofertas, propostas, presentes, sacrifícios.

Importâncias, desencontros, distâncias.


Saudade.

terça-feira, janeiro 10, 2017

Não se pode ficar refém de um sonho, de um desejo e nem de uma vontade.

Pensamentos sem muita lógica, desconexos e complicados.

Do outro lado da tela, da linha, da cidade, mas presente. Só tenho as palavras.
Palavras que me falam das coisas que gosto, de coisas que entendo e de outras que não compreendo. Falam do que é imediato, me fala daquilo já é - embora eu não consiga entender os porquês das coisas que já são. Não quero entender. Talvez porque viver é e sempre será melhor do que entender.

Aliás, se faz bem, por que e para que explicar? Aceitar, sem questionar, o que é bom somente porque é bom depois de tantas feridas é difícil... Mas é preciso acreditar nesses presentes que a vida nos traz.

Que trilha eu sigo? Que risco eu corro? Em que mar deságua este rio onde navego? Já saí do porto, não posso mais voltar atrás. Só me resta navegar sem medo porque os ventos sopram em abundância e longe eu vislumbro um enorme oceano.

Pensando, pensando, pensando...

Fragmentos de pensamentos aleatórios III

terça-feira, dezembro 20, 2016

Sonhar pode ser ofensivo. É uma tarefa que exige coragem.
É um atrevimento. Eu me atrevi e me atrevo. Doia, mas eu não conseguia controlar. Dói até hoje.
Sonho até hoje. Coitados daqueles que não sonham.


Pensamentos aleatórios V

Meus leitores invisíveis,

Este missivista que vos escreve da província - e que tanto tem pra falar sobre tudo e sobre nada, está aqui, desconexo com seus pensamentos, no olho do furacão, atirando, batendo, apanhando, guerreando... vários textos inacabados e muitos pensamentos aleatórios.

2016 tem sido - e será, possivelmente - até seu fim um ano de desafios, de conclusões, de mexer nos papeis e de abrir as portas para a mudança (para as mudanças).

Vai passar. Agora que voltei a escrever, nem que seja um pouquinho, percebi que isso tem me feito muito bem, então virei com maior frequência (não sei se por vocês, que nem sei quem são, ou se por mim).
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Venta muito. Ventos de mudança de rumo. As velas estão Que vento de mudança é esse? Tem algo ali do qual não se pode fugir. Eu, certamente, não posso.


Li, há muitos anos, num caderno velho que encontrei em meio à fotos antigas de minha família, uma poesia obsessiva de um tio-avô que escreveu e repetia infinitamente o verso "ventos de maio, tempestades de outono". Sempre achei que entendi o que ele queria dizer, por isso, hoje, o que vivo, nem são ventos de maio e nem tempestades de outono. Talvez porque os dezembros sejam mesmo assim: difíceis de entender. Confuso, né? Mas uma hora passa.

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Mudança chama a angústia. Mas nunca ouvi falar em angústia boa até viver uma. Angústia que impulsiona. Que libertador! Que horror! Que lindo!

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Se a mudança já chegou, não adianta ter medo. E ela já chegou.

quinta-feira, dezembro 15, 2016

Os dias bons e ruins têm algo em comum: findam. Passa a alegria, mas também passa a agonia. E vem sempre um outro dia - geralmente, depois de um dia terrível há sempre um outro melhor (nem que seja um pouco).

Pensamentos aleatórios IV

segunda-feira, dezembro 05, 2016

Qualquer certeza, mesmo que frustrante, é melhor do que a angústia da dúvida. A certeza, do sim ou do não, liberta.

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Olhar os horizontes possíveis nem sempre é tarefa fácil, mas, não fazer isso é se permitir estagnar na vida. Os horizontes estão aí para ser pensados, olhados, admirados e os caminhos que levam a eles estão aí para ser percorridos.

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Sonhar é muito bom. Fato. Acordar, nem tanto... se acordar do sonho, quando o sonho é bom, não é a melhor das situações, ao menos isso é capaz de movimentar a vida (a minha e a de qualquer um, imagino); transforma as coisas, rompe velhas estruturas e abre o caminho para novos sonhos. É exatamente a frustração do horizonte de expectativas que torna únicas e especiais as experiências. É chato, mas é util.

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Todo mundo, quando diante do incerto e do confuso, descomplica para facilitar; eu já sou o oposto: complico diante do incerto e dou por difícil o mais simples. Pior é que quando eu acho que estou simplificando, é que complico mesmo.

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Gosto de ver pousos e decolagens.

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O saldo sempre é positivo. Mesmo que só depois, muito depois, se consiga entender de fato a natureza das coisas.

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Ser menos cruel consigo, diante das frustrações, também ajuda. Ser menos cruel consigo em qualquer situação, também ajuda bastante. Levei anos para entender isso.

quinta-feira, novembro 24, 2016

Há dez anos os conflitos são os mesmos! Cruzes!
Bom que eu leio um texto de 2009 no qual eu, em algum momento, digo que "estou passando por um período complicadíssimo..." e fico mais tranquilo com os problemas atuais: se eu sobrevivi de lá até agora, hei de sobreviver aqui.

Escrever é bom. Se ler é bom. Se reler é ótimo.

Ser tolerante consigo - sem cair na auto condescendência - também.